Um prédio de cinco andares desabou por volta de 14h30 em Lima Duarte, na Zona da Mata. O imóvel fica na Avenida Centenário, sem número, no Bairro Paradinha. O coordenador de Defesa Civil, Roberto Afonso da Silva, informou ao G1 que não houve vítimas. Ele disse que a obra estava paralisada e o local foi isolado. Equipe dos Bombeiros de Juiz de Fora realizam o atendimento na área atingida.
De acordo com o coordenador da Defesa Civil, o local onde ocorreu o desabamento já estava interditado desde julho por causa de um deslizamento de terra. Na época, a obra estava em andamento e foi paralisada. Ainda de acordo com o coordenador, outras três casas e um galpão onde funcionava uma oficina também foram interditados.
A suspeita é de que um novo deslizamento de terra tenha provocado o desabamento da obra nesta segunda-feira (2). A Defesa Civil aguarda laudo do engenheiro da Prefeitura para definir novas ações no local, inclusive, para retirada do entulho.
O coordenador da Defesa Civil informou que as famílias desalojadas recebem aluguel social desde a interdição. A comerciante Letícia Ribeiro Lemos, que morava em uma das casas afetadas pelo deslizamento, confirmou que recebe o benefício. Segundo ela, o contrato feito com a Prefeitura estabelecia o pagamento mensal de R$ 500 durante três meses. Mas as famílias conseguiram estender o prazo por mais dois meses.
No entanto, a Defesa Civil informou que não há previsão de liberação da área interditada, principalmente agora com a chegada do período chuvoso. “Mas vamos fazer o possível para que eles continuem recebendo o auxílio”, disse o coordenador do órgão, referindo-se ao benefício destinado às famílias afetadas.
Os bombeiros orientam os moradores a não tentarem tirar objetos do local atingido e a ficarem atentos a barulhos, estalos e movimentação de terra. Para acionar a corporação, a orientação é ligar para o 193.
Famílias desalojadas
Na manhã desta segunda-feira (2), o Rio do Peixe transbordou e afetou a região do Bairro Beira Rio em Lima Duarte, segundo a Defesa Civil. Uma casa foi inundada e duas famílias que moravam no local foram retiradas da residência. Segundo o coordenador da Defesa Civil, Roberto Afonso da Silva, os moradores irão receber aluguel social.
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