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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

AÉCIO DIZ ESTÁ PRONTO PARA O DEBATE

O senador Aécio Neves durante convenção do PSDB em maio (Foto: Uéslei Marcelino / Reuters)O senador Aécio Neves durante convenção do PSDB
em maio (Foto: Uéslei Marcelino / Reuters)
Após o ex-governador José Serra (SP)anunciar que não disputará a indicação do PSDB para ser candidato a presidente da República na eleição de 2014, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) apresentou nesta terça-feira (17), na Câmara dos Deputados, propostas para a disputa presidencial e defendeu uma “mudança definitiva” no Brasil.
Presidente nacional do PSDB, Aécio disse que está “ansioso” para debater com os brasileiros um projeto de governo. “Estou ansioso para encontrar com os brasileiros em cada canto do país e dizer: ‘Estou pronto para o debate’.”
Apesar de se dizer “pronto" e de ter apresentado os temas que o PSDB defenderá na campanha, o senador não quis se declarar candidato do partido à Presidência. Em entrevista à imprensa, após o discurso, ele afirmou que a decisão de José Serra de não disputar a eleição presidencial foi um “gesto de desprendimento”.
Estou ansioso para encontrar com os brasileiros em cada canto do país e dizer: ‘Estou pronto para o debate’."
Senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB
“É um gesto na direção da unidade partidária. Só que o PSDB tem uma agenda e vai definir o momento de lançamento [do candidato] a partir da sua direção partidária, ouvindo cada um dos estados brasileiros. É um gesto de desprendimento do ex-governador”, afirmou.
Aécio Neves afirmou que o PSDB vai enfrentar “unido” a disputa eleitoral de 2014 e fará uma “oposição sem adjetivos”.
“Não está definida a candidatura do PSDB. O que posso dizer é que se eu for o candidato, serei o intérprete do sentimento de muitos [...] O que posso dizer é que a nossa unidade é real, para desalento de muitos de nossos adversários, o PSDB vai estar unido nas eleições.”
O tucano disse ainda ter certeza de que o partido chegará ao segundo turno nas eleições presidenciais. “Vamos apresentar um projeto claro de alternância, de eficiência na gestão pública. Um projeto ético e ousado e, por isso, vai ao segundo turno e vencer as eleições.”
Propostas
Aécio disse que defenderá uma “reconciliação” do Brasil com o passado, sobretudo com os anos em que Fernando Henrique Cardoso governou o país.
“Subo na tribuna para propor uma mudança definitiva, que passe pela reconciliação dos brasileiros com a própria história. Não podemos ser passivos com a tentativa de alguns de reescrever a história, dizer que o Brasil começou em 2003”, afirmou, em referência ao ano de início dos governos do PT.
O senador tucano afirmou que FHC é o “maior estadista ainda vivo”. Para ele, o PT levou o Brasil a ficar “desacreditado” internacionalmente ao fazer o que chamou de “contabilidade criativa”. Segundo ele, a estabilidade econômica está em “risco”.
“Criamos a responsabilidade fiscal. Eles criaram a contabilidade criativa, que tem desacreditado o Brasil. A manipulação dos dados e a incompetência em controlar o Brasil fez com que a Petrobras perdesse 40% de seu valor de mercado”, frisou.
Aécio acusou o PT de querer dividir o Brasil. “Sei a dimensão do desafio, mas não temo em momento algum porque tenho a dimensão clara de que o Brasil precisa começar um novo ciclo. O Brasil não é vermelho e não é do PT, não é azul e não é do PSDB. É verde e amarelo e é de todos.”
O tucano prometeu fortalecer o Legislativo e dar autonomia aos governantes locais, para que prefeitos não precisem vir a Brasília com “pires na mão” em busca de investimentos do governo federal.
“Vamos fortalecer o Legislativo, que hoje está de cócoras para o Poder Executivo. [...] Eles ressuscitaram o coronelismo dos piores tempos”, afirmou.
Ele também defendeu compromissos com a proteção ambiental. “Queremos aumentar a produção e manter a sustentabilidade. Reduzir a queima de combustíveis fósseis e fontes poluentes.”

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

DILMA TEM A MENOR CHANCE EM SP E NO RJ

Pesquisa do instituto Datafolha publicada nesta terça-feira (3) pelo jornal "Folha de S.Paulo" aponta que a presidente Dilma Rousseff tem vantagem menor na disputa pela Presidência da República nas eleições de 2014 nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro.
O levantamento nacional, divulgado no fim de semana, mostrou que Dilma tem 47% das intenções de voto, o senador Aécio Neves registra 19% e o governo de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), 11%. Em São Paulo, o percentual de intenções de voto de Dilma ficou em 38%, contra 18% de Aécio e 13% de Campos. No Rio, a presidente apareceu com 41%, ante 16% de Aécio e 11% de Campos.
No levantamento nacional, Dilma ganharia no primeiro turno com vantagem de 17 pontos sobre os dois adversários diretos. Em São Paulo e no Rio, isso aconteceria com uma vantagem menor. No Rio, a vantagem caiu para 14 pontos e em São Paulo, sete pontos.
Apesar da redução nas intenções de voto para Dilma nos dois estados, os adversários permanecem dentro da margem de erro, de acordo com o Datafolha. O que aumenta é a fatia de votos brancos, nulos ou daqueles que não sabiam ou não responderam. Na pesquisa nacional, o percentual é de 23%, mas subiu para 31% em São Paulo e para 33% no Rio.
O Datafolha realizou a pesquisa nos dias 28 e 29 de novembro. A margem de erro nacional e em São Paulo é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. No Rio de Janeiro, a margem é de três pontos.
Os dados mostram, ainda, que nos dois estados Dilma enfrenta uma maior dificuldade para recuperar a popularidade perdida durante as manifestações de junho em todo país. A aprovação ao governo é considerada ótima ou boa por 41%, considerando todo o país. Em São Paulo, cai para 34%. No Rio, fica em 31%.
Outros candidatos
A pesquisa mostrou também que, quando a avaliação considera outros candidatos, a vantagem de Dilma é reduzida.
Em cenário com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, como candidato, Dilma teria 44% na média nacional, contra 15% de Barbosa. Aécio iria a 14% e Campos ficaria com 9%.
Em São Paulo, Dilma iria a 33%, e Barbosa bateria 20%. No Rio, Dilma teria 36% e Barbosa, 21%.
Contra Marina Silva e Aécio, no cenário nacional, Dilma ficaria com 42%, contra 26% da ex-senadora. Em São Paulo, haveria empate técnico: Dilma com 32%, contra 31% de Marina. No Rio, Dilma ficaria com 38% e Marina, com 29%.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

GAROTINHO LIDERANDO A CORRIDA AO GOVERNO DO RJ COM 21%

O líder do PR, Anthony Garotinho (RJ), na tribuna da Câmara na votação da MP dos Portos (Foto: Luis Macedo/Ag. Câmara)Garotinho na tribuna da Câmara: 21% de votos, 
segundo Datafolha (Foto: Luis Macedo/Ag. Câmara)
Pesquisa realizada pelo Datafolha nos dias 28 e 29 de novembro mostra que o candidato Anthony Garotinho (PR) lidera, com 21% das intenções de votos, a disputa com outros pré-candidatos pelo governo do estado do Rio de Janeiro. O candidato que tem o apoio do atual governador Sérgio Cabral, o vice-governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) ficaria com apenas 5% das intenções de volto. Cabral, segundo a pesquisa, tem a pior avaliação em sete anos de governo.
A pesquisa foi realizada com 1.145 entrevistados em 28 municípios. Aos eleitores, foram apresentados dois cenários. Um com o pré-candidato Marcelo Crivella (PRB), atual ministro da Pesca, e com o técnico de vôlei Bernardinho (PSDB). E outro cenário com apenas os principais pré-candidatos. A margem de erro é de três pontos percentuais.
Nos dois cenários Garotinho sai na frente. No primeiro, com oito adversários, ele tem 21% das intenções de voto, enquanto no segundo, com seis adversários, a vantagem sobre para 24%.  Ele foi governador do Rio entre 1999 e 2002. O segundo candidato no primeiro cenário é o senador Lindbergh Farias (PT), com 15%, que surge empatado com o ministro da Pesca Marcelo Crivella (PRB). Percentual do petista sobe para 19%, no segundo cenário.
Sem Crivella, o adversário mais próximo de Lindbergh seria vereador Cesar Maia (DEM), com 11% das intenções de voto. No segundo cenário, Maia somaria 12%. Nos dois cenários, Pezão atrás do vereador, com 5% e 7%, respectivamente.  Miro Teixeira (Pros) aparece com 3% e 5%, na disputa.
O técnico de vôlei Bernardinho (PSDB) teria 2% das intenções de voto no primeiro cenário, assim como o ex-deputado Milton Temer (PSOL).  Sem o Bernardinho, Temer cresceria um ponto percentual na disputa.
O número de eleitores que votariam em branco, nulo ou em nenhum desses pré-candidatos no primeiro cenário é de 18% e 8% não sabem. No segundo cenário, o percentual de votos nulos, brancos ou em nenhum dos principais pré-candidatos sobe para 23% e o número dos que não sabem também sobe para 9%.
Cabral tem sua pior avaliação
Ainda de acordo com o Datafolha, a popularidade do atual governador do Rio continua caindo. E chegou ao pior desempenho em sete anos de governo: 77% consideram sua gestão regular ou ruim/péssimo, contra 20% de ótimo/bom.
Em julho de 2010. Cabral tinha a aprovação de 41% dos entrevistados, índice que passou para 55% em novembro daquele ano, e despencou para 25% em junho deste ano, quando começaram as manifestações no Rio.  Em julho de 2010, 42% consideravam o governo regular, percentual que baixou para 31%, em novembro de 2010, chegou a 38% em junho de 2013 e agora, está em 39%.
O percentual de eleitores que consideram o governo de Cabral ruim ou péssimo, desde julho de 2010 baixou de 15% para 12% em novembro daquele ano e depois subiu em junho de 2013 para 36% e agora está em 38%.
Já o prefeito do Rio Eduardo Paes (PMDB), apoiado do governador manteve os mesmos índices de  junho de 2013, sendo aprovado por 30% dos eleitores e reprovado por 33%, também seu pior resultado em cinco anos no cargo.

CABRAL LARGA O GOVERNO DO RJ EM MARÇO PARA TENTAR O SENADO

domingo, 1 de dezembro de 2013

ELEIÇÃO DE 2014

ELEIÇÃO DE 2014

O presidente do PMDB, Valdir Raupp, afirmou neste sábado (30) que a legenda fez um "apelo" para que o PT não deixe de apoiar o governo de Sérgio Cabral no Rio de Janeiro pelo menos até o mês de março, três meses antes das convenções partidárias para definição dos candidatos para as eleições de 2014.
Raupp falou sobre o tema após reunião com líderes do PMDB, a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Granja do Torto, uma das residências oficiais da Presidência.
Além de Raupp, participaram o vice-presidente Michel Temer, o senador José Sarney, o presidente da Câmara, Henrique Alves, o presidente do Senado, Renan Calheiros, o ministro Aloizio Mercadante (Educação) e o presidente do PT, Rui Falcão. Petistas e peemedebistas discutiram estratégias para os palanques estaduais nas eleições do ano que vem.
"No Rio de Janeiro ainda vai ser conversado. O PT ainda está tomando a decisão se sai ou não sai do governo. [...] Foi discutido esse assunto na reunião e teve esse apelo, por parte do presidente Michel Temer, e de todos nós, para que [o PT] continue na aliança até pelo menos março do ano que vem, para ver o que acontece até março", afirmou Raupp.
saiba mais
Dilma e Lula se reúnem em Brasília para discutir eleições de 2014
Segundo o peemedebista, o impasse sobre entre PT e PMDB prejudica as duas legendas. O vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, é o pré-candidato apoiado pelo atual governador Sérgio Cabral. O senador Lindberg Farias (PT) também pretende se candidatar ao governo.
"O Rio de Janeiro, acho que tem de dar um tempo. Porque está muito claro que a divisão do PMDB e do PT poderá prejudicar as duas candidaturas. Acho que tem de dar tempo ao tempo. E o tempo é o senhor da razão que vai se encarregar do Rio de Janeiro e de outros estados também. O mais importante é a aliança nacional. Essa aliança já está consolidada, está sólida", disse o presidente do PMDB.
Valdir Raupp fala após reunião com Dilma e Lula na Granja do Torto (Foto: Elza Fiúza / Agência Brasil)
Valdir Raupp fala após reunião com Dilma e Lula na
Granja do Torto (Foto: Elza Fiúza / Agência Brasil)
Após a reunião com a presidente Dilma Rousseff, Raupp relatou que houve um acordo em relação ao Maranhão, para que o PT apoie o candidato a ser indicado pela governadora Roseana Sarney. O pré-candidato Flavio Dino (PC do B) também reivindica o apoio do PT.
"A ala que apoia o candidato da governadora Roseana, do PMDB, ganhou a convenção. A ala do PT, né? Logo deverá apoiar o candidato a governador da governadora Roseana, do PMDB. Mais um estado já resolvido."
Segundo Raupp, além do Rio, ainda há pendências sobre a relação entre PT e PMDB em Minas Gerias, Ceará e Paraíba. No Rio Grande do Sul, informou ele, está certo que cada partido terá um candidato e o mesmo deve ocorrer no Mato Grosso do Sul e em São Paulo.
O presidente do PMDB ressaltou que impasses em palanques estaduais não prejudicarão a aliança nacional. "A aliança nacional está mais do que selada. O trabalho que a gente está tendo é para compor, e isso vai ser feito em novos encontros, as posições para poder fechar a maioria dos estados."
Por volta das 16h, lideranças do PP chegaram à residência oficial para outra reunião com a presidente Dilma e os demais petistas. O encontro terminou pouco mais de duas horas depois, mas os representantes do PP deixaram o local sem conceder entrevista.

sábado, 30 de novembro de 2013

ELEIÇÃO DE 2014 NO BRASIL

Gráfico Datafolha (Foto: G1)
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (30) pelo jornal “Folha de S.Paulo” indica que a presidente Dilma Rousseff teria 47% dos votos e venceria no primeiro turno caso a eleição fosse hoje e ela tivesse como adversários o senador Aécio Neves (PSDB) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).
Nesse cenário, Aécio teria 19% e Campos 11%. Votos em branco ou nulos seriam a opção de 16% e outros 7% responderam que não saberiam em quem votar.
Dilma cresceu 5 pontos na intenção de votos em comparação ao Datafolha divulgado em 11 outubro, que testou o mesmo cenário, com os mesmos candidatos.
O Datafolha entrevistou 4.557 pessoas em 194 municípios na quinta (28) e na sexta-feira (29), com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Dilma venceria no primeiro turno em 3 dos 5 cenários pesquisados (veja gráficos ao lado). Ela só teria de enfrentar uma segunda rodada caso a candidata do PSB seja Marina Silva.
No cenário em que Dilma concorre contra Marina e Aécio, ela teria 42% contra 41% da soma dos dois, um empate técnico. No mês passado, o resultado era 39% a 46%.
No caso de Dilma enfrentar Marina pelo PSB eJosé Serra pelo PSDB, a presidente teria 41% contra 43% da soma dos dois, também um empate técnico. No mês passado, o resultado era 37% a 48%.
2014
O cenário em que Dilma enfrenta Aécio e Campos é considerado o mais provável, mas as candidaturas só serão oficializadas pelos partidos no ano que vem.
A eleição de 2014 está marcada para 5 de outubro e, além de presidente, escolherá senadores, deputados federais, governadores e deputados estaduais.
Lula
A pesquisa também analisou a possibilidade da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições presidenciais de 2014. Segundo o Datafolha, Lula venceria a eleição no primeiro turno com 52% a 56% dos votos, dependendo do cenário (veja os números ao final da reportagem).
Joaquim Barbosa
O instituto também simulou um primeiro turno entre Dilma Rousseff, Joaquim Barbosa, atual presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos(PSB).
Se as eleições fossem hoje, Dilma seria reeleita com 44% dos votos. Barbosa receberia 15%, Aécio, 14%, e Campos, 9%.
Em entrevistas, Barbosa vem afirmando que não será candidato em 2014. Caso decida se candidatar, tem até abril para se filiar a algum partido.
Veja os resultados obtidos:
Cenário A
28 e 29/11
- Dilma: 47%
- Aécio: 19%
- Campos: 11%
- Brancos/nulos: 16%
- Não sabe: 7%
Cenário B
28 e 29/11
- Dilma: 42%
- Marina: 26%
- Aécio: 15%
- Brancos/nulos: 11%
- Não sabe: 5%
Cenário C
28 e 29/11
- Dilma: 45%
- Serra: 22%
- Campos: 11%
- Brancos/nulos: 15%
- Não sabe: 7%

Cenário D
28 e 29/11
- Dilma: 41%
- Marina: 24%
- Serra: 19%
- Brancos/nulos: 10%
- Não sabe: 5%

Cenário E
28 e 29/11
- Rousseff: 44%
Joaquim Barbosa: 15%
- Aécio: 14%
- Campos: 9%
- Brancos/nulos: 13%
- Não sabe: 6%
Simulação do Datafolha com Lula como candidato do PT
Cenário F
28 e 29/11
- Lula: 56%
- Aécio: 16%
- Campos: 8%
- Brancos/nulos: 14%
- Não sabe: 6%

Cenário G
28 e 29/11
- Lula: 52%
- Marina: 20%
- Aécio: 13%
- Brancos/nulos: 9%
- Não sabe: 5%

Cenário H
28 e 29/11
- Lula: 56%
- Serra: 16%
- Campos: 9%
- Brancos/nulos: 13%
- Não sabe: 6%
Cenário I
28 e 29/11
- Lula: 52%
- Marina: 20%
- Serra: 14%
- Brancos/nulos: 9%
- Não sabe: 6%