EM MESQUITA, SÃO CINCO CUBANOS
MESQUITA - Profissionais de fora vão elevar para 40% a cobertura do médico da família na cidade.
Eles vieram de várias províncias de Cuba para cuidar de pacientes em Mesquita. São cinco em fase de ambientação: Jaime Dario, 44 anos, Ivete Garcia, 51 Ivian Rodrigues, 51, Ivone Ramires Torres, 45, e Javier Castilho, 44.
Eles dividem a mesma casa - as despesas são pagas pela prefeitura - e avisam que não planejam se mudar. Solteiros e com filhos maiores de idade, os cubanos chegaram há mais de um mês e estão animados com o desafio.
Ivete, da província de Holguin, trabalhou na Venezuela durante quatro anos. "Vim ajudar o povo brasileiro carente, assim como fiz na Venezuela", diz.
Ivone, que passou por Gâmbia e também pela Venezuela e está há oito anos fora de casa, conta que tem sido muito bem recebida. "Estou acostumada com trabalho comunitário. Gosto de trabalhar e ser solidária", revela.
Ivian conta que há um ano voltou para Cuba para recarregar as energias. "Foi bom visitar a família. Chega uma hora que a saudade aperta", comenta ele, que ficou sete anos entre Guatemala e Venezuela.
Gláucia Araújo Almeida, coordenadora de Atenção Básica e Vigilância em Saúde, está encantada com a dedicação dos cubanos. Com eles, a atenção básica em Mesquita chegará a 40%. Hoje, é 28%.
Eles vieram de várias províncias de Cuba para cuidar de pacientes em Mesquita. São cinco em fase de ambientação: Jaime Dario, 44 anos, Ivete Garcia, 51 Ivian Rodrigues, 51, Ivone Ramires Torres, 45, e Javier Castilho, 44.
Eles dividem a mesma casa - as despesas são pagas pela prefeitura - e avisam que não planejam se mudar. Solteiros e com filhos maiores de idade, os cubanos chegaram há mais de um mês e estão animados com o desafio.
Ivete, da província de Holguin, trabalhou na Venezuela durante quatro anos. "Vim ajudar o povo brasileiro carente, assim como fiz na Venezuela", diz.
Ivone, que passou por Gâmbia e também pela Venezuela e está há oito anos fora de casa, conta que tem sido muito bem recebida. "Estou acostumada com trabalho comunitário. Gosto de trabalhar e ser solidária", revela.
Ivian conta que há um ano voltou para Cuba para recarregar as energias. "Foi bom visitar a família. Chega uma hora que a saudade aperta", comenta ele, que ficou sete anos entre Guatemala e Venezuela.
Gláucia Araújo Almeida, coordenadora de Atenção Básica e Vigilância em Saúde, está encantada com a dedicação dos cubanos. Com eles, a atenção básica em Mesquita chegará a 40%. Hoje, é 28%.
Leia mais sobre esse assunto em: http://www.noticiasdemesquita.com/2013/12/em-mesquita-sao-cinco-cubanos.html#ixzz2n7kzjsZ3

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