MESQUITA - Agentes da Defesa Civil (SEMDEC) de Mesquita acompanharam ontem (22/11), dois geólogos da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) para fazer um levantamento das áreas de risco. Eles mapearam locais com risco de deslizamento de terra, rolamento de pedras, como encostas, e enchentes. Visitaram trechos dos rios Sarapuí e da Prata e percorreram os bairros da Coreia, Jacutinga, Alto Uruguai, Santa Terezinha e Maria Cristina.
De acordo com a geóloga Adriana Souza, a equipe analisa a suscetibilidade do local e se há alguma propensão a enchentes e deslizamentos. Eles conversam com a Defesa Civil dos municípios para aferir os pontos levantados por satélite e por fotos aéreas. Esses mapas ajudam as cidades a identificar as áreas de controle de expansão territorial. Se forem ocupadas, esses locais naturalmente suscetíveis se tornam uma nova zona de risco.
O diretor de Minimização de Risco Geológico da SEMDEC, Paulo Delgado, levou os geólogos às ruas da Serra, Astória, Icaraí, Riachuelo, da Vala, Canal do Socorro, no final da Rua França Leite, Beco dos Unidos, Travessa Camerim. Ele explicou que a forma como as pessoas cortam os morros é errada. “Eles cortam a encosta para construírem casas, mas verticalizam o corte, que fica em 90°. Isso provoca infiltração, o esgoto escorre e encharca a terra. Dessa maneira, ocorre o deslizamento”.
De acordo com a geóloga Adriana Souza, a equipe analisa a suscetibilidade do local e se há alguma propensão a enchentes e deslizamentos. Eles conversam com a Defesa Civil dos municípios para aferir os pontos levantados por satélite e por fotos aéreas. Esses mapas ajudam as cidades a identificar as áreas de controle de expansão territorial. Se forem ocupadas, esses locais naturalmente suscetíveis se tornam uma nova zona de risco.
O diretor de Minimização de Risco Geológico da SEMDEC, Paulo Delgado, levou os geólogos às ruas da Serra, Astória, Icaraí, Riachuelo, da Vala, Canal do Socorro, no final da Rua França Leite, Beco dos Unidos, Travessa Camerim. Ele explicou que a forma como as pessoas cortam os morros é errada. “Eles cortam a encosta para construírem casas, mas verticalizam o corte, que fica em 90°. Isso provoca infiltração, o esgoto escorre e encharca a terra. Dessa maneira, ocorre o deslizamento”.


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