Um avião monomotor caiu na cabeceira da pista do Aeroporto Petrônio Portela em Teresina por volta das 19h desta segunda-feira (16). Pelo menos quatro pessoas estavam a bordo, mas não há informações sobre número de mortos. Seis viaturas do Corpo de Bombeiros foram acionadas e duas ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência também foram enviadas ao local.
O monomotor é um modelo Cessna 172. Informações preliminares dão conta de que o avião fazia um voo de instrução. Segundo o superintendente da Infraero, Wilson Estrela, este é o segundo acidente registrado no Aeroporto Petrônio Portela. O primeiro teria ocorrido no dia 19 de outubro de 2001.
saiba mais
"Nenhum dos voos foi cancelado e o aeroporto opera normalmente", disse o superitendente. No entanto, o clima no local ficou tenso e familiares das pessoas que estavam na aeronave foram até o local em busca de informações.
A área próximo ao local em que o avião caiu foi isolada pelo Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar também foi acionada para reforçar a segurança.
A Polícia Civil do Piauí confirmou às 22h que as quatro pessoas que estavam a bordo do avião que caiu no Aeroporto Petrônio Portela morreram. O acidente aconteceu por volta das 19h quando o monomotor modelo Cessna 172 caiu e pegou fogo próximo à cabeceira da pista do aeródromo.
Familiares e amigos confirmaram que os ocupantes do avião eram os estudantes: Marcus Escórcio, Guilherme Rodrigues e Marcos Ronald. O piloto da aeronave foi identificado como Rodrigo Viana, que mora em Fortaleza, mas estaria em Teresina para ministrar curso prático de voo. Rodrigo era mineiro e prestava serviço para o Aeroclube de Fortaleza.
O agente de necropsia do Instituto Médico Legal, Robert Lima, disse que os corpos ficaram carbonizados e que houve dificuldade para retirar as vítimas das ferragens.
Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal. Familiares acompanharam todo o trabalho dos peritos e aguardam a liberação
.
O agente de necropsia do Instituto Médico Legal, Robert Lima, disse que os corpos ficaram carbonizados e que houve dificuldade para retirar as vítimas das ferragens.
Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal. Familiares acompanharam todo o trabalho dos peritos e aguardam a liberação
.
Nenhum comentário:
Postar um comentário