O embarque e o desembarque de usuários nas duas plataformas da Estação Marechal Deodoro, na Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo, foi normalizado às 20h35 desta segunda-feira (5). Um trecho da via entre as estações Marechal Deodoro e Palmeiras/Barra-Funda foi recuperado após o descarrilamento de um trem.
O problema aconteceu na manhã desta segunda e fez as composições da linha circularem com velocidade reduzida. Segundo a companhia, o descarrilamento ocorreu entre as estações Barra Funda e Santa Cecília. O acidente também afetou a circulação de trens na via e também nas linhas 1-Azul e 2-Verde do Metrô, desde o início da tarde.
A previsão é que a circulação de trens seja iniciada normalmente nesta terça-feira (6), às 4h40, em todo o sistema metroviário. Segundo o Metrô, o trem que descarrilou permanece na via, mas a circulação nos dois sentidos Corinthians-Itaquera - Palmeiras-Barra Funda não está mais sendo feita por apenas uma via férrea.
Até as 21h30 desta segunda, ainda não estava sendo realizado o desembarque em uma das plataformas da estação Palmeiras/Barra-Funda. O intervalo programado entre os trens também seguia irregular, segundo a assessoria do Metrô.
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O maior intervalo na circulação de trens na Linha Vermelha do Metrô provocou, no fim da tarde e início da noite desta segunda-feira (5), longas filas tanto para entrar nas estações quanto para embarcar nas composições. Os passageiros precisaram de muita paciência no retorno para casa depois de um dia de trabalho.
Em nota divulgada no começo da noite, o Metrô recomenda aos usuários que "evitem utilizar a Linha 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera-Palmeiras-Barra Funda) e optem preferencialmente por utilizar as linhas da CPTM no retorno para casa." Além disso, a empresa informou que abriu sindicância interna, com prazo de até 30 dias, para apurar as causas do acidente.
O diretor de operações do Metrô, Mário Fioratti Filho, disse, em entrevista à rádio CBN, que ao descarrilar o trem derrubou o terceiro trilho, que é o alimentador elétrico do trem. Segundo ele, a demora no restabelecimento ocorre porque os técnicos fazem uma revisão no suporte dos trilhos. “Esta é uma ocorrência muito rara”, afirmou.
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