segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

SÃO GONÇALO: decreta situação de calamidade na saúde pública

São Gonçalo decreta situação de calamidade na saúde pública

Segundo o prefeito, faltam profissionais, leitos e medicamentos
Em seu terceiro dia útil de governo, o recém-empossado prefeito de São Gonçalo, Neilton Mulim, decretou nesta segunda-feira (7) situação de calamidade na saúde pública, devido à falta de profissionais, de leitos e de medicamentos. O município é o segundo mais populoso do Estado, com 1 milhão de habitantes, e está em último lugar em saúde básica no Rio de Janeiro, segundo avaliação do Ministério da Saúde.
— Decretamos estado de calamidade pública por conta de tudo aquilo que vimos. Eu estive no complexo hospitalar e vi profissionais de saúde atendendo em banheiros, a ortopedia masculina funcionando dentro do Hospital da Mulher - onde certificamos da ausência de aparelhos importantes, como o ultrassom, além da falta de farmácia básica, insumos, soro fisiológico.
Segundo Mulim, a situação de calamidade faz com que a burocracia diminua e permite a realização de ações emergenciais voltadas à população.
O prefeito acredita que, com a iniciativa, a sociedade poderá verificar a situação real do município, que possui um rombo orçamentário de mais de R$ 100 milhões. Mulim disse que agora busca meios para a contratação de médicos e de outros profissionais de saúde

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