São Gonçalo decreta situação de calamidade na saúde pública
Segundo o prefeito, faltam profissionais, leitos e medicamentos
— Decretamos estado de calamidade pública por conta de tudo aquilo que vimos. Eu estive no complexo hospitalar e vi profissionais de saúde atendendo em banheiros, a ortopedia masculina funcionando dentro do Hospital da Mulher - onde certificamos da ausência de aparelhos importantes, como o ultrassom, além da falta de farmácia básica, insumos, soro fisiológico.
Segundo Mulim, a situação de calamidade faz com que a burocracia diminua e permite a realização de ações emergenciais voltadas à população.
O prefeito acredita que, com a iniciativa, a sociedade poderá verificar a situação real do município, que possui um rombo orçamentário de mais de R$ 100 milhões. Mulim disse que agora busca meios para a contratação de médicos e de outros profissionais de saúde
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