Veja a galeria completaJovens foram mortos no sábado (8) e corpos abandonados na Dutra.
O delegado Júlio da Silva Filho, titular da Delegacia de Mesquita (53ª DP), na Baixada Fluminense, disse, nesta quinta-feira (13), haver indícios de que dois menores já detidos pela polícia tenham participado ativamente das mortes de oito pessoas e do desaparecimento de uma delas entre sábado (8) e domingo (9) na favela da Chatuba, em Mesquita.
Segundo ele, os menores de idade de 15 e 16 anos foram reconhecidos por testemunhas que prestaram depoimento na 53ª DP. Um deles é apontado como gerente do tráfico da localidade Bicão, na favela da Chatuba, enquanto o outro seria o terceiro homem na hierarquia da venda de entorpecentes na comunidade.
Um dos detidos foi localizado por policiais civis na casa de uma tia na favela da Chatuba. Já o segundo estava na casa da mãe no bairro Jacutinga, também em Mesquita. Segundo a PM, a casa foi cercada e houve uma negociação que durou cerca de uma hora. O comandante do Batalhão de Mesquita (20º BPM), tenente-coronel Marcos Borges, disse que o jovem chegou a usar a mãe como escudo, mas acabou se rendendo.
A mãe e um tio do menor negam. Eles dizem que a família procurou a polícia porque o rapaz queria se entregar. Ele disse que não participou dos crimes. O outro adolescente também nega as acusações.
Um dos adolescentes já tinha passagens na polícia por roubo a mão armada, tráfico de drogas e porte ilegal de armas. Ele fugiu de uma unidade socioeducativa, onde cumpria pena há aproximadamente três meses, mas, segundo parentes, não havia voltado para a Chatuba.
Um dos homens que reconheceu os menores como autores do crime foi José Aldeci, pai do jovem desaparecido. Ele disse ter visto os dois pegarem o corpo do pastor e jogar dentro de um rio que corta a região.
— Eu moro perto. Escutei os tiros e fui ver o que era. Quando entrei na mata vi o pastor caído. Tentei buscar ajuda e quando voltei vi os dois jogando ele no rio. Tenho certeza de que foram eles que mataram e sumiram com o meu filho. Eu tenho medo, todas as famílias têm. Vou me mudar daqui.
Uma gaiola foi apreendida na área de mata onde peritos buscam há dois dias vestígios sobre o local exato das mortes. A polícia quer saber se a gaiola pertence ao filho de José Aldeci, que estava com um passarinho quando desapareceu.
Júlio da Silva filho disse não ter a localização exata sobre o local onde os seis jovens foram mortos. Ele disse haver indícios de que o crime aconteceu em área de mata, mas não soube afirmar se a área pertence ao Exército.
Segundo ele, os menores de idade de 15 e 16 anos foram reconhecidos por testemunhas que prestaram depoimento na 53ª DP. Um deles é apontado como gerente do tráfico da localidade Bicão, na favela da Chatuba, enquanto o outro seria o terceiro homem na hierarquia da venda de entorpecentes na comunidade.
Um dos detidos foi localizado por policiais civis na casa de uma tia na favela da Chatuba. Já o segundo estava na casa da mãe no bairro Jacutinga, também em Mesquita. Segundo a PM, a casa foi cercada e houve uma negociação que durou cerca de uma hora. O comandante do Batalhão de Mesquita (20º BPM), tenente-coronel Marcos Borges, disse que o jovem chegou a usar a mãe como escudo, mas acabou se rendendo.
A mãe e um tio do menor negam. Eles dizem que a família procurou a polícia porque o rapaz queria se entregar. Ele disse que não participou dos crimes. O outro adolescente também nega as acusações.
Um dos adolescentes já tinha passagens na polícia por roubo a mão armada, tráfico de drogas e porte ilegal de armas. Ele fugiu de uma unidade socioeducativa, onde cumpria pena há aproximadamente três meses, mas, segundo parentes, não havia voltado para a Chatuba.
Um dos homens que reconheceu os menores como autores do crime foi José Aldeci, pai do jovem desaparecido. Ele disse ter visto os dois pegarem o corpo do pastor e jogar dentro de um rio que corta a região.
— Eu moro perto. Escutei os tiros e fui ver o que era. Quando entrei na mata vi o pastor caído. Tentei buscar ajuda e quando voltei vi os dois jogando ele no rio. Tenho certeza de que foram eles que mataram e sumiram com o meu filho. Eu tenho medo, todas as famílias têm. Vou me mudar daqui.
Uma gaiola foi apreendida na área de mata onde peritos buscam há dois dias vestígios sobre o local exato das mortes. A polícia quer saber se a gaiola pertence ao filho de José Aldeci, que estava com um passarinho quando desapareceu.
Júlio da Silva filho disse não ter a localização exata sobre o local onde os seis jovens foram mortos. Ele disse haver indícios de que o crime aconteceu em área de mata, mas não soube afirmar se a área pertence ao Exército.
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