sábado, 9 de fevereiro de 2013

CHUVA MATA 6 NO PERU

Chuvas na região de Arequipa, no Peru, deixam seis mortos

Chuvas torrenciais que começaram na sexta afetaram 48.000 pessoas.
Avalanches de lodo e pedra destruíram 5,5 km de estradas.

Seis pessoas morreram e 48.000 foram afetadas por chuvas torrenciais desde sexta-feira (8) na cidade de Arequipa, no sul do Peru, disseram as autoridades regionais neste sábado (9), segundo informações da agência Efe.
O prefeito de Arequipa, Alfredo Zegarra, confirmou à Rádio Programas do Peru (RPP) e ao site de notícias "Nuevo Ojo" a descoberta dos corpos de duas pessoas dentro de uma van que foi arrastada por um deslizamento de terra que atingiu cerca de 500 metros da Avenida Venezuela.
Cratera aberta na cidade de Arequipa, no Peru, mostra força das chuvas. (Foto: Reprodução/site Peru21)Cratera aberta na cidade de Arequipa, no Peru, mostra força das chuvas. (Foto: Reprodução/site Peru21)
O chefe de polícia da região de Arequipa, coronel Francisco Inca Roca, disse que três dos corpos foram encontrados perto do mercado El Palomar e um terceiro no final da Avenida Venezuela, na cidade de Arequipa, uma das mais importantes país.
A avaliação preliminar do Instituto Nacional de Defesa Civil (INDECI) informou que as chuvas torrenciais deixaram 48.000 pessoas e 4.000 casas afetadas. Além disso, 5,5 quilômetros de estradas foram destruídos e 2,5 quilômetros afetados, uma ponte foi seriamente danificada. Também houve problemas no serviço de água potável e corte de energia em algumas áreas.
Chuva em Arequipa arrastou carros e causou pelos menos seis mortes. (Foto: Reprodução/site RPP)Chuva em Arequipa arrastou carros e causou pelos menos seis
mortes. (Foto: Reprodução/site RPP)
As chuvas teriam causado avalanches de lodo e pedras, que afetaram as principais vias.
O presidente do Conselho de Ministros, Juan Jimenez, disse hoje que o governo está preparado para declarar um estado de emergência em Arequipa e já denunciou a situação ao presidente Ollanta Humala, que já viajou para a Antártida.
"Oferecemos aviões, ajuda humanitária, helicópteros, entendo que a situação está sob controle", disse Jimenez antes de reiterar a disposição "do governo" para convocar um Conselho extraordinário de Ministros, se a situação piorar

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