As Noticias mais Importantes do Brasil e do Mundo, Aqui você encontra Sobre as Seguintes questões: Economia, Eleição, Previsão do Tempo, Esporte, Entre outras questões.
sexta-feira, 30 de março de 2012
GREVE DE ONIBUS DO RJ:
GREVE DE ONIBUS DO RJ:
Greve de ônibus em 20 cidades do Rio
Greve de ônibus em 20 cidades do Rio
afeta ao menos 2,5 milhões de pessoas
Paralisação acontece em 8 municípios da baixada e em 5 da região metropolitana.
Polícia Militar foi para o terminal rodoviário de Nova Iguaçu conter os manifestantes.
A greve de ônibus em 13 cidades do Rio de Janeiro afeta pelo menos 2,5 milhões de pessoas que utilizam o transporte diariamente. Motoristas, cobradores e fiscais pararam de trabalhar nesta sexta-feira (30) em Nova Iguaçu, Nilópolis, São João de Meriti, Belford Roxo, Mesquita, Seropédica, Itaguaí e Paracambi, na Baixada Fluminense. Na quinta-feira (29), a greve já havia começado em Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Maricá e Tanguá, na região metropolitana do Estado.
A Fetranspor (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio) informou que a Justiça de Nova Iguaçu determinou que a categoria coloque 70% da frota nas ruas nos horários de pico e 40% no restante do dia. O descumprimento da determinação implicará em multa de R$ 300 mil ao dia. O Ministério do Trabalho vai fiscalizar o cumprimento da determinação.
O Sindicato de Nova Iguaçu (TransÔnibus) tem 37 empresas, 110 linhas municipais, 265 linhas intermunicipais, que transportam 1 milhão de passageiros por dia na região.
Na região metropolitana, onde a greve começou quinta-feira, cerca de 1,5 milhão de pessoas foram afetadas com a greve. A Justiça determinou que 40% da frota deve circular. Em caso de descumprimento, a multa é de R$ 100 mil.
Ao fim do primeiro dia de greve, as empresas de ônibus reunidas no Setrerj (Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro) conseguiram fazer circular 19,9% dos 3.767 ônibus que compõem a frota dos municípios de Niterói, São Gonçalo, Maricá, Itaboraí e Tanguá.
Ovos em ônibus
Em protestos contra os funcionários que não aderiram à greve, dois manifestantes que jogaram ovos nos ônibus que deixavam o terminal rodoviário de Nova Iguaçu, na baixada, foram detidos.
Na região metropolitana, onde a greve começou quinta-feira, cerca de 1,5 milhão de pessoas foram afetadas com a greve. A Justiça determinou que 40% da frota deve circular. Em caso de descumprimento, a multa é de R$ 100 mil.
Ao fim do primeiro dia de greve, as empresas de ônibus reunidas no Setrerj (Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro) conseguiram fazer circular 19,9% dos 3.767 ônibus que compõem a frota dos municípios de Niterói, São Gonçalo, Maricá, Itaboraí e Tanguá.
Ovos em ônibus
Em protestos contra os funcionários que não aderiram à greve, dois manifestantes que jogaram ovos nos ônibus que deixavam o terminal rodoviário de Nova Iguaçu, na baixada, foram detidos.
A greve dos rodoviários na Baixada Fluminense provocou confusão desde as primeiras horas do dia na cidade. Passageiros reclamavam da falta de ônibus e da demora na chegada de veículos nos pontos.
Alguns motoristas que aderiram à greve tentaram impedir funcionários que saíam com os ônibus para trabalhar. Houve tumulto e a Polícia Militar precisou conter a ação dos manifestantes, que usaram bombas no conflito.
Audiência de conciliação
O Sindicato Rodoviário de Niterói irá se reunir em uma audiência de conciliação com o Setrerj, no TRT (Tribunal Regional do Trabalho), às 13h desta sexta-feira.
Os rodoviários querem aumento salarial de 16%, o fim da dupla função, reajuste de 50% no valor da cesta básica e o fim da função de motorista júnior. Ainda de acordo com o sindicato, durante as negociações, as empresas de ônibus ofereceram 10% de aumento e 25% de reajuste da cesta básica, mas a proposta não foi aceita pela categoria.
Assista aos vídeos:
GREVE DE ONIBUS DO RJ:
GREVE DE ONIBUS DO RJ:
Por volta das 10h desta sexta-feira (30), a universitária Sara Pinto Ferreira, de 18 anos, esperava há duas horas no Terminal Rodoviário de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, por um ônibus que a levasse a Duque de Caxias, onde estuda. Ela era uma das poucas pessoas no terminal tentando embarcar.
"Vou continuar esperando. Sei que tem poucos ônibus, mas alguns estão rodando".
A greve dos rodoviários deflagrada em Niterói, na noite de quarta-feira (28), ganhou a adesão de profissionais da Baixada Fluminense, em assembleia realizada na noite de quinta (29).
Já Vera Lucia Nogueira, que há dois dias está na casa de amigos em Nova Iguaçu para resolver problemas pessoais, já estava deixando o terminal. Ela queria um ônibus para voltar para casa, em Caxias, mas resolveu permamecer em Nova Iguaçu na casa dos amigos. "Eu tinha médico em Caxias, estou com todos os exames aqui, mas desisto. Está demorando muito e acho que nem vai ter (ônibus)", disse.
Por volta das 9h, motoristas e cobradores de um movimento de oposição ao sindicato da categoria fizeram uma manifestação no terminal em favor da greve, mas contra o que chamam de falta de apoio do sindicato. Alguns manifestantes hostilizavam motoristas de ônibus que passavam e que, segundo eles, estariam furando a greve.
Cidades em greve
Mais cedo, o presidente do Sindicato de Trabalhadores do Transporte Rodoviários de Nova Iguaçux, Joaquim Graciano da Silva (STTRNI), confirmou que 15 municípios da Baixada Fluminense, do Centro-Sul Fluminense e outras cidades do interior do Rio decidiram entrar em greve a zero hora desta sexta-feira (30).
Até as 10h10, o sindicato confirmou a adesão de pelo menos cinco cidades na greve - Belford Roxo, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Mesquita e Nilópolis. Sobre os outros municípios, o presidente do sindicato esclareceu que ainda não há o balanço da adesão. São eles: Paracambi, Miguel Pereira, Engenheiro Paulo de Frontin, Mendes, Rio das Flores, Vassouras, Itaguaí, Paty do Alferes, Seropédica e Mangaratiba.
Com a adesão desta sexta, chegaria a 20 o número de cidades atingidas pela greve no estado do Rio.
Entre as reivindicações da classe estão o reajuste de 16% no salário base e o aumento na cesta básica. Ao todo, 5 mil trabalhadores são filiados ao STTRNI.
Procurada pelo G1, a Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor) informou que ainda não tem um balanço oficial da adesão.
Por volta das 10h desta sexta-feira (30), a universitária Sara Pinto Ferreira, de 18 anos, esperava há duas horas no Terminal Rodoviário de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, por um ônibus que a levasse a Duque de Caxias, onde estuda. Ela era uma das poucas pessoas no terminal tentando embarcar.
"Vou continuar esperando. Sei que tem poucos ônibus, mas alguns estão rodando".
A greve dos rodoviários deflagrada em Niterói, na noite de quarta-feira (28), ganhou a adesão de profissionais da Baixada Fluminense, em assembleia realizada na noite de quinta (29).
Já Vera Lucia Nogueira, que há dois dias está na casa de amigos em Nova Iguaçu para resolver problemas pessoais, já estava deixando o terminal. Ela queria um ônibus para voltar para casa, em Caxias, mas resolveu permamecer em Nova Iguaçu na casa dos amigos. "Eu tinha médico em Caxias, estou com todos os exames aqui, mas desisto. Está demorando muito e acho que nem vai ter (ônibus)", disse.
Por volta das 9h, motoristas e cobradores de um movimento de oposição ao sindicato da categoria fizeram uma manifestação no terminal em favor da greve, mas contra o que chamam de falta de apoio do sindicato. Alguns manifestantes hostilizavam motoristas de ônibus que passavam e que, segundo eles, estariam furando a greve.
Cidades em greve
Mais cedo, o presidente do Sindicato de Trabalhadores do Transporte Rodoviários de Nova Iguaçux, Joaquim Graciano da Silva (STTRNI), confirmou que 15 municípios da Baixada Fluminense, do Centro-Sul Fluminense e outras cidades do interior do Rio decidiram entrar em greve a zero hora desta sexta-feira (30).
Até as 10h10, o sindicato confirmou a adesão de pelo menos cinco cidades na greve - Belford Roxo, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Mesquita e Nilópolis. Sobre os outros municípios, o presidente do sindicato esclareceu que ainda não há o balanço da adesão. São eles: Paracambi, Miguel Pereira, Engenheiro Paulo de Frontin, Mendes, Rio das Flores, Vassouras, Itaguaí, Paty do Alferes, Seropédica e Mangaratiba.
Com a adesão desta sexta, chegaria a 20 o número de cidades atingidas pela greve no estado do Rio.
Entre as reivindicações da classe estão o reajuste de 16% no salário base e o aumento na cesta básica. Ao todo, 5 mil trabalhadores são filiados ao STTRNI.
Procurada pelo G1, a Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor) informou que ainda não tem um balanço oficial da adesão.
Manifestação em frente a sindicato
Grevistas fazem, na tarde desta sexta, manifestação em Niterói (Foto: Daniel Fraiha/G1)
A reunião conciliatória do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) entre o Sindicato dos Rodoviários de Niterói e o Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio (Setrerj) terminou, na tarde desta sexta-feira (30), sem acordo. Com isso, a greve continua. Segundo informações do TRT, no entanto, houve avanços na negociação durante a reunião.
saiba mais
A greve na Região Metropolitana do Rio atinge cinco cidades: Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Maricá e Tanguá.Os grevistas reivindicam aumento de 16% sobre o salário e 40% sobre a cesta básica. A proposta das empresas é de 10% de aumento no salário e 25% sobre a cesta básica, além de gratuidade nos transportes públicos e ajuda de custo nos uniformes. Ainda segundo o TRT, uma nova reunião será realizada na próxima segunda-feira (2).
A assessoria do Setrerj informou que a proposta de reajuste de 10% somente será mantida se a greve acabar nesta sexta. Caso contrário, segundo as empresas de ônibus, a proposta cai para 5,6%, reajuste calculado pela inflação de 2011.
De acordo com o Sindicato dos Rodoviários de Niterói, a reunião realizada nesta sexta não foi satisfatória. Ainda segundo o sindicato, a manifestação da categoria segue na Rua Marechal Deodoro, em Niterói.
Manifestação em frente a sindicato
A Polícia Militar fechou um trecho da Rua Marechal Deodoro para que não houvesse a passagem de veículos, mas o ato foi pacífico. Cerca de 120 pessoas se concentraram em frente o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Passageiros de Niterói a Arraial do Cabo (Sintronac) à espera de uma resposta para suas reivindicações.
De acordo com o trocador Salvador Siqueira, da companhia Garcia, o problema não foi falta de conversa. “Diálogo houve desde que começou a greve, o que não teve foi solução”, afirmou o trocador.
Já o secretário do Sintronac, Elias Pontes Mendonça, contou que as conversas com as empresas ocorrem há dois meses, mas ainda não tiveram um desfecho. “No início eles ofereceram 6% de aumento, conseguimos chegar a 10%, mas a categoria rejeitou. A reivindicação dos trabalhadores é justa e estamos tentando tomar as iniciativas para que o movimento seja julgado legal”, afirmou Mendonça
Assinar:
Postagens (Atom)