Jovem morto em incêndio na Kiss será velado em Santa Cruz do Sul, RS
Matheus Rafael Raschen, de 20 anos, estava internado no HPS. Sobe para 236 o número de mortos em incêndio na boate de Santa Maria.
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
CRIANÇA SEGUE PELO 4 °dia REFÉNS NOS EUA
Criança segue pelo 4° dia refém de homem armado nos Estados Unidos
Jimmy Lee Dykes, 65, mantém o garoto refém em 'bunker' subterrâneo. Sequestrador mostrou sinais de se entregar à polícia.
Jimmy Lee Dykes, 65, mantém o garoto refém em 'bunker' subterrâneo. Sequestrador mostrou sinais de se entregar à polícia.
EXPLOSÃO MATA 2 NA EMBAIXADA DOS EUA NA TURQUIA
Explosão mata 2 na embaixada dos EUA na Turquia
Incidente em Ancara foi registrado em frente à embaixada; há vários feridos.
EXPLOSÃO DE CAMINHÃO MATA 26 NA CHINA
Explosão de caminhão com fogos de artifício mata 26 pessoas na China
Ponte de 20 m por onde passava o veículo desabou após a explosão.
Outros veículos que passavam no local também despencaram.
Pelo menos 26 pessoas morreram nesta sexta-feira (1º) depois que um caminhão que transportava fogos de artifício explodiu enquanto atravessava uma ponte na província central de Henan, na China.
A explosão aconteceu por volta das 9h locais (23h de quinta de Brasília), na ponte de Yichang, situado na cidade de Sanmenxia, informou a Rádio Nacional da China, citada pela agência oficial "Xinhua".
As autoridades enviaram equipes de resgate à ponte e o número de vítimas ainda pode aumentar.
EXPLOSÃO MATA 32 NA SEDE DA PEMEX O MEXICO
Número de mortos em explosão em edifício no México chega a 32
Presidente Enrique Peña Nieto lamentou as mortes na Cidade do México.
Há cerca de 100 feridos, segundo governo; equipes buscam sobreviventes.
Subiu para 25 o número de mortos em uma explosão no edifício sede da estatal de petróleo Pemex, na Cidade do México, nesta quinta-feira (31), de acordo com o governo do país. Há ao menos 100 pessoas feridas.
"Lamento profundamente a morte de colegas de trabalho da Pemex. Minhas condolências à sua família", disse o presidente do México, Enrique Peña Nieto, via Twitter.
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"Estamos utilizando todos os recursos para investigar e conhecer as causas do acidente. Esperaremos o resultado das perícias e, com transparência, os divulgaremos", disse o secretário de Governo Miguel Angel Osorio Chong.Antes de anunciar que houve uma explosão, a Pemex havia dito que o prédio havia sofrido um problema com o fornecimento de eletricidade. De acordo com a agência AFP, a explosão ocorreu em uma subestação de energia.
Na entrevista coletiva que ofereceu em uma das partes do complexo da Pemex, Osorio Chong não quis fazer comentários sobre a possibilidade de um atentado e pediu aos jornalistas que aguardem as investigações.
"Seria uma grande irresponsabilidade, sem os elementos completos, suficientes, divulgar uma informação que não temos", respondeu o ministro.
Imagens de televisão mostraram entulho nas proximidades do arranha-céu e feridos sendo retirados em macas. A situação na torre da Pemex era "delicada", disse um porta-voz dos serviços de emergência locais, segundo a agência Reuters.
A explosão ocorreu às 3h45 pm (horário local) na Cidade do México em um anexo ao conhecido Pemex Executive Tower, um dos mais altos da capital. O subsecretário de mídia do Ministério do Interior, Eduardo Sanchez, disse que a explosão causou danos no piso térreo e do primeiro e segundo andar do prédio administrativo da empresa.
Pemex, no México. (Foto: Alejandro Dias/Reuters)
As ruas ao redor do edifício foram evacuadas. Quatro helicópteros policiais federais desembarcaram na área para começar a transportar os feridos.
Outros acidentes
Momentos antes da explosão, o diretor de operações Carlos Murrieta disse, via Twitter, que a empresa havia reduzido sua taxa de acidentes nos últimos anos. A maioria ocorre em dutos e refinarias.
Um incêndio em uma usina de gás de receber matou 30 trabalhadores em setembro, na cidade fronteiriça de Reynosa. Para a empresa, o fato foi o acidente com o maior número de mortes na última década.
*Com informações da Associated Press, EFE, Reuters e AFP.
ONDA DE ATAQUES EM SC
Na segunda noite de ataques, quatro veículos são incendiados em SC
Segundo a Polícia, foram três ônibus e um micro-ônibus na Grande Florianópolis. Em Camboriú, um artefato foi atirado contra uma delegacia
(Foto: Reprodução/RBS TV)
Na noite desta quinta-feira (31), mais quatro veículos foram incendiados em Santa Catarina. Depois dos ataques entre a noite de quarta (30) e a madrugada de quinta-feira, no Vale do Itajaí, foi a vez da capital do estado registrar os primeiros casos. Segundo informações dos Bombeiros Militares e da Polícia, entre 22h30 e 0h20, três ônibus e um micro-ônibus, todos na Grande Florianópolis, foram incendiados. Em Camboriú, um artefato foi atirado em direção a uma delegacia, de acordo com a Polícia local.
O primeiros casos foram registrados, por volta das 22h30. Segundo os Bombeiros, um ônibus da empresa Transol foi incendiado na Rodovia João Paulo, a estrada geral do bairro João Paulo, na área insular da capital catarinense, e um micro-ônibus da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), com placas de Balneário Camboriú, foi parcialmente queimado em Palhoça, na Grande Florianópolis. De acordo com a Polícia, o incêndio no micro-ônibus foi superficial e uma garrafa pet com restos de combustíveis foi encontrada próximo ao local.
Por volta da 0h20, mais dois ataques foram registrados pela Polícia. Ambos na região norte da Ilha. Um ônibus foi incendiado na rua Dário Manoel Cardoso, no bairro Ingleses, e outro na Rodovia SC-401, entre a rótula dos Ingleses e o bairro Canasvieiras. Até a 1h20, o fogo não havia sido contido pelos Bombeiros.
Em Camboriú, no Vale do Itajaí, um objeto foi encontrado por policiais próximo ao muro da delegacia do Bairro Monte Alegre. Por volta das 23h30, teria sido atirado um artefato de dentro de um carro escuro. Segundo a Polícia, o objeto caseiro produzido com pedaços de cano de PVC pode ser um artefato explosivo, mas até as 1h10 deste sexta-feira, a perícia não havia confirmado.
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Primeira noiteEntre a noite desta quarta-feira (30) e a madrugada de quinta (31), três ônibus e uma viatura da Coordenadoria de Trânsito (Codetran) foram incendiados em Santa Catarina. De acordo com a Polícia Militar, a primeira ocorrência foi em Balneário Camboriú, no Vale do Itajaí, por volta das 23h20. E as outras aconteceram por volta das 2h em Gaspar e Itajaí.
Morre em Porto Alegre 236ª vítima do incêndio da boate kiss
Morre em Porto Alegre 236ª vítima
de fogo em boate
Jovem Matheus Rafael Raschen estava internado em hospital na capital gaúcha
Morre jovem internado em Porto Alegre após incêndio em boate
Com a morte, subiu para 236 o número de vítimas do incêndio.
Ele estava internado na UTI do Hospital de Pronto Socorro.
O jovem Matheus Rafael Raschen morreu na noite desta quinta-feira (31), por volta de 22h, no Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre. Com a morte, subiu para 236 o número de vítimas do incêndio que destruiu a boate Kiss, em Santa Maria (RS), durante uma festa universitária.
Ele estava internado em estado grave após ter inalado muita fumaça.
O jovem jogava basquete e fez parte da seleção gaúcha. A família do rapaz vive em Santa Cruz do Sul (RS).
Entenda
O incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, região central do Rio Grande do Sul, deixou 235 mortos na madrugada do último domingo (27). O fogo teve início durante a apresentação da banda Gurizada Fandangueira, que fez uso de artefatos pirotécnicos no palco. De acordo com relatos de sobreviventes e testemunhas, e das informações divulgadas até o momento por investigadores, é possível afirmar que:
- O vocalista segurou um artefato pirotécnico aceso.
- Era comum a utilização de fogos pelo grupo.
- A banda comprou um sinalizador proibido.
- O extintor de incêndio não funcionou.
- Havia mais público do que a capacidade.
- A boate tinha apenas um acesso para a rua.
- O alvará fornecido pelos Bombeiros estava vencido.
- Mais de 180 corpos foram retirados dos banheiros.
- 90% das vítimas fatais tiveram asfixia mecânica.
- Equipamentos de gravação estavam no conserto.
(Veja o que já se sabe e as perguntas a responder)
Quatro pessoas foram presas na segunda por conta do incêndio: o dono da boate, Elissandro Calegaro Spohr; o sócio, Mauro Hofffmann; o vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo Santos; e um funcionário do grupo, Luciano Augusto Bonilha Leão, responsável pela segurança e outros serviços.
Investigação
O delegado Marcos Vianna, responsável pelo inquérito do incêndio na boate Kiss, disse ao G1 na terça-feira (29) que uma soma de quatro fatores contribuiu para a tragédia ter acabado com tantos mortos: 1) o fato de a boate ter só uma saída e a porta ser de tamanho reduzido; 2) o uso de um artefato sinalizador em um local fechado; 3) o excesso de pessoas no local; e 4) a espuma usada no revestimento, que pode não ter sido a mais indicada e ter influenciado na formação de gás tóxico.
O delegado regional de Santa Maria, Marcelo Arigony, afirmou também na terça que a Polícia Civil tem "diversos indicativos" de que a boate estava irregular e não podia estar funcionando. "Se a boate estivesse regular, não teria havido quase 240 mortes", disse em entrevista. "Mas isso ainda é preliminar e precisa ser corroborado pelos depoimentos das testemunhas e os laudos periciais", completou.
Arigony disse ainda que a banda Gurizada Fandangueira utilizou um sinalizador mais barato, próprio para ambientes abertos e que não deveria ser usado durante show em local fechado. "O sinalizador para ambiente aberto custava R$ 2,50 a unidade e, para ambiente fechado, R$ 70. Eles sabiam disso, usaram este modelo para economizar. Usaram o equipamento para ambiente aberto porque era mais barato”, disse o delegado.
O vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo Santos, admitiu em seu depoimento à Polícia Civil que segurou um sinalizador aceso durante o show, de acordo com o promotor criminal Joel Oliveira Dutra. O músico disse, no entanto, que não acredita que as faíscas do artefato tenham provocado o incêndio. Ele afirmou que já havia manipulado esse tipo de artefato por diversas vezes em outras apresentações.
Responsabilidades
A boate Kiss desrespeitou pelo menos dois artigos de leis estadual e municipal no que diz respeito ao plano de prevenção contra incêndio. Tanto a legislação do Rio Grande do Sul quanto a de Santa Maria listam exigências não cumpridas pela casa noturna, como a instalação de uma segunda porta, de emergência. A boate situada na Rua dos Andradas tinha apenas uma, por onde o público entrava e saía. Outra medida que não foi cumprida na estrutura da boate diz respeito ao tipo de revestimento utilizado como isolamento acústico.
A Brigada Militar informou nesta quarta que a boate não estava em desacordo com normas de prevenção contra incêndios em relação ao número de saídas. Segundo interpretação da lei, o local atendia as normas ao possuir duas saídas no salão principal. Mas as portas, no entanto, não davam para a rua, e sim para um hall. Este sim dava para a rua através de uma só porta. "Foi um ato possível que o engenheiro conseguiu colocar", disse o tenente coronel Adriano Krukoski, comandante do Corpo de Bombeiros de Porto Alegre.
Jader Marques, advogado de Elissandro Spohr, um dos sócios da boate, disse que a casa noturna estava em "plenas condições" de receber a festa. Ele falou sobre documentação da casa, segurança, lotação, e disse que a banda Gurizada Fandangueira não avisou que usaria sinalizadores naquela noite. O advogado ainda afirmou que o Ministério Público vistoriou o local "diversas vezes".
A Prefeitura de Santa Maria se eximiu de responsabilidade pelo incêndio e entregou alvará para a polícia que mostra data de validade de inspeção para prevenção de incêndio, feita pelo Corpo de Bombeiros. A prefeitura afirma que a sua responsabilidade era apenas sobre o alvará de localização, que é válido com a vistoria do ano corrente. O documento informa que a vistoria foi feita em 19 de abril de 2012.
O chefe do Estado Maior do 4º Comando Regional do Corpo de Bombeiros, major Gerson Pereira, disse na quarta que a casa noturna tinha todas as exigências estabelecidas pela lei vigente no Brasil. "Quem falhou, que assuma a sua responsabilidade. Nós fizemos tudo o que estava ao nosso alcance e não vou entrar em jogo de empurra-empurra", afirmou.
O Ministério Público do Rio Grande do Sul abriu um inquérito civil na terça para investigar a possibilidade de improbidade administrativa por parte de integrantes da Prefeitura de Santa Maria, do Corpo de Bombeiros e de outros órgãos públicos por terem permitido que a boate Kiss continuasse funcionando mesmo com as licenças de operação e sanitária vencidas
Morre em Porto Alegre 236ª vítima do incêndio da boate kiss
Morre em Porto Alegre 236ª vítima
de fogo em boate
Jovem Matheus Rafael Raschen estava internado em hospital na capital gaúcha
Morre jovem internado em Porto Alegre após incêndio em boate
Com a morte, subiu para 236 o número de vítimas do incêndio.
Ele estava internado na UTI do Hospital de Pronto Socorro.
O jovem Matheus Rafael Raschen morreu na noite desta quinta-feira (31), por volta de 22h, no Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre. Com a morte, subiu para 236 o número de vítimas do incêndio que destruiu a boate Kiss, em Santa Maria (RS), durante uma festa universitária.
Ele estava internado em estado grave após ter inalado muita fumaça.
O jovem jogava basquete e fez parte da seleção gaúcha. A família do rapaz vive em Santa Cruz do Sul (RS).
Entenda
O incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, região central do Rio Grande do Sul, deixou 235 mortos na madrugada do último domingo (27). O fogo teve início durante a apresentação da banda Gurizada Fandangueira, que fez uso de artefatos pirotécnicos no palco. De acordo com relatos de sobreviventes e testemunhas, e das informações divulgadas até o momento por investigadores, é possível afirmar que:
- O vocalista segurou um artefato pirotécnico aceso.
- Era comum a utilização de fogos pelo grupo.
- A banda comprou um sinalizador proibido.
- O extintor de incêndio não funcionou.
- Havia mais público do que a capacidade.
- A boate tinha apenas um acesso para a rua.
- O alvará fornecido pelos Bombeiros estava vencido.
- Mais de 180 corpos foram retirados dos banheiros.
- 90% das vítimas fatais tiveram asfixia mecânica.
- Equipamentos de gravação estavam no conserto.
(Veja o que já se sabe e as perguntas a responder)
Quatro pessoas foram presas na segunda por conta do incêndio: o dono da boate, Elissandro Calegaro Spohr; o sócio, Mauro Hofffmann; o vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo Santos; e um funcionário do grupo, Luciano Augusto Bonilha Leão, responsável pela segurança e outros serviços.
Investigação
O delegado Marcos Vianna, responsável pelo inquérito do incêndio na boate Kiss, disse ao G1 na terça-feira (29) que uma soma de quatro fatores contribuiu para a tragédia ter acabado com tantos mortos: 1) o fato de a boate ter só uma saída e a porta ser de tamanho reduzido; 2) o uso de um artefato sinalizador em um local fechado; 3) o excesso de pessoas no local; e 4) a espuma usada no revestimento, que pode não ter sido a mais indicada e ter influenciado na formação de gás tóxico.
O delegado regional de Santa Maria, Marcelo Arigony, afirmou também na terça que a Polícia Civil tem "diversos indicativos" de que a boate estava irregular e não podia estar funcionando. "Se a boate estivesse regular, não teria havido quase 240 mortes", disse em entrevista. "Mas isso ainda é preliminar e precisa ser corroborado pelos depoimentos das testemunhas e os laudos periciais", completou.
Arigony disse ainda que a banda Gurizada Fandangueira utilizou um sinalizador mais barato, próprio para ambientes abertos e que não deveria ser usado durante show em local fechado. "O sinalizador para ambiente aberto custava R$ 2,50 a unidade e, para ambiente fechado, R$ 70. Eles sabiam disso, usaram este modelo para economizar. Usaram o equipamento para ambiente aberto porque era mais barato”, disse o delegado.
O vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo Santos, admitiu em seu depoimento à Polícia Civil que segurou um sinalizador aceso durante o show, de acordo com o promotor criminal Joel Oliveira Dutra. O músico disse, no entanto, que não acredita que as faíscas do artefato tenham provocado o incêndio. Ele afirmou que já havia manipulado esse tipo de artefato por diversas vezes em outras apresentações.
Responsabilidades
A boate Kiss desrespeitou pelo menos dois artigos de leis estadual e municipal no que diz respeito ao plano de prevenção contra incêndio. Tanto a legislação do Rio Grande do Sul quanto a de Santa Maria listam exigências não cumpridas pela casa noturna, como a instalação de uma segunda porta, de emergência. A boate situada na Rua dos Andradas tinha apenas uma, por onde o público entrava e saía. Outra medida que não foi cumprida na estrutura da boate diz respeito ao tipo de revestimento utilizado como isolamento acústico.
A Brigada Militar informou nesta quarta que a boate não estava em desacordo com normas de prevenção contra incêndios em relação ao número de saídas. Segundo interpretação da lei, o local atendia as normas ao possuir duas saídas no salão principal. Mas as portas, no entanto, não davam para a rua, e sim para um hall. Este sim dava para a rua através de uma só porta. "Foi um ato possível que o engenheiro conseguiu colocar", disse o tenente coronel Adriano Krukoski, comandante do Corpo de Bombeiros de Porto Alegre.
Jader Marques, advogado de Elissandro Spohr, um dos sócios da boate, disse que a casa noturna estava em "plenas condições" de receber a festa. Ele falou sobre documentação da casa, segurança, lotação, e disse que a banda Gurizada Fandangueira não avisou que usaria sinalizadores naquela noite. O advogado ainda afirmou que o Ministério Público vistoriou o local "diversas vezes".
A Prefeitura de Santa Maria se eximiu de responsabilidade pelo incêndio e entregou alvará para a polícia que mostra data de validade de inspeção para prevenção de incêndio, feita pelo Corpo de Bombeiros. A prefeitura afirma que a sua responsabilidade era apenas sobre o alvará de localização, que é válido com a vistoria do ano corrente. O documento informa que a vistoria foi feita em 19 de abril de 2012.
O chefe do Estado Maior do 4º Comando Regional do Corpo de Bombeiros, major Gerson Pereira, disse na quarta que a casa noturna tinha todas as exigências estabelecidas pela lei vigente no Brasil. "Quem falhou, que assuma a sua responsabilidade. Nós fizemos tudo o que estava ao nosso alcance e não vou entrar em jogo de empurra-empurra", afirmou.
O Ministério Público do Rio Grande do Sul abriu um inquérito civil na terça para investigar a possibilidade de improbidade administrativa por parte de integrantes da Prefeitura de Santa Maria, do Corpo de Bombeiros e de outros órgãos públicos por terem permitido que a boate Kiss continuasse funcionando mesmo com as licenças de operação e sanitária vencidas.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
EXPLOSÃO MATA 14 NO EDIFÍCIO DA PEMEX NO MEXICO
Ao menos 14 morrem em explosão no edifício de empresa de petróleo Pemex, no México
Estatal informou que prédio foi esvaziado, na Cidade do México.
Segundo o governo, há 14 mortos e 80 feridos.
Uma explosão em uma subestação de energia deixou pelo menos 14 mortos e 80 feridos no edifício sede da estatal de petróleo Pemex, na Cidade do México, nesta quinta-feira (31), informou o secretário de Governo Miguel Angel Osorio Chong."Temos 13 mortos no local e mais um em um hospital. Há mais de 80 feridos e continuamos buscando sobreviventes entre os escombros", indicou o secretário à imprensa.
Antes de anunciar que houve uma explosão, a Pemex havia dito que o prédio havia sofrido um problema com o fornecimento de electricidade.
Imagens de televisão mostraram entulho nas proximidades do arranha-céu e feridos sendo retirados em macas. A situação na torre da Pemex era "delicada", disse um porta-voz dos serviços de emergência locais, segundo a agência Reuters.
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